27 de jul. de 2011

A GUERRA PELA VERDADE - JOHN MACARTHUR


O texto abaixo é uma contribuição de Mateus Websky. Mais um amante da leitura cristã e conferencista da Editora FIEL.

A guerra pela verdade – lutando por certeza numa época de engano . John MacArthur. Escrito primeiramente para combater um movimento que vem ganhando força, chamado Igreja Emergente. Influenciados estes pelo pós-modernismo, o qual defende que não há verdade absoluta, não a podemos conhecer, mas que cada um teria a sua verdade e sua interpretação da realidade, e todas as verdades particulares devem ser aceitas e válidas. O que muitos não percebem é que estes pensamentos atacam o cerne da fé cristã, uma vez que Jesus disse ser o caminho, a verdade e a vida; bem como em outra ocasião orou por seus discípulos “santifica-os na verdade: a tua Palavra é a verdade”.

Baseia-se na epístola de Judas (fala sério: você já tinha estudado Judas antes?), o qual é claro e direto como um trompete chamando para a batalha, a qual não começou agora nem ontem, mas é desde o princípio dos tempos. Discorre desde a serpente no Éden até a grande apostasia profetizada para os últimos dias, passando pela história da Igreja, como por exemplo, os gnósticos e os arianos. A apostasia sempre está presente, dissimulada no meio da Igreja, e a Bíblia tem várias exortações aos cristãos lutarem nesta guerra que não é contra carne ou sangue.

Ainda, o autor não se esquiva de temas difíceis, mas os aborda fazendo todo o panorama claro ao leitor. Por exemplo: até que ponto devemos lutar pela verdade, a soberania de Deus até mesmo sobre o mal que há no mundo, o pecado imperdoável, ou de citar nominalmente os falsos mestres e heresias atuais.

Ao fim, o leitor poderá perceber que muito mais do que condenar a idéia atual de tornar o cristianismo elástico e atraente ao mundo, MacArthur nos dá um manual bastante completo de como sermos soldados contra falsos mestres e heresias que atacam as bases da fé. Porque a verdade é algo pelo que vale à pena lutar. Como identificar os erros introduzidos sorrateiramente. Qual é a recompensa àqueles que vencerem. Enfim, recomendadíssimo.

Em Cristo,
Mateus

22 de jul. de 2011

Lula chama texto bíblico de bobagem


O texto abaixo é parte do texto publicado no blog http://www.alvarodias.blog.br/:
“O ex-presidente Lula interpretou, nesta quinta-feira, uma famosa passagem bíblica. Em Salvador, ele disse que é “bobagem” o que o Novo Testamento apregoa sobre a promessa de que o reino dos céus é para os pobres.  Bobagem, essa coisa que inventaram que os pobres vão ganhar o reino dos céus. Nós queremos o reino agora, aqui na Terra. Para nós inventaram um slogan que tudo tá no futuro. É mais fácil um camelo passar no fundo de uma agulha do que um rico ir para o céu . O rico já está no céu, aqui. Como se ainda estivesse ocupando a cadeira de presidente da República, fez um balanço de suas realizações na área da agricultura familiar. O ponto alto do seu discurso – foi quando resolveu criticar indiretamente o versículo 25, capítulo 18, do Evangelho de São Lucas, a parábola que Jesus fez sobre as dificuldades do rico alcançar o céu e a facilidade do pobre chegar lá (“Porque é mais fácil entrar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus”). Ele insistiu:- Queremos que todo mundo vá pro céu, agora. Queremos ir pro céu vivo. Não venha pedir para a gente morrer para ir pro céu que a gente quer ficar aqui mesmo – disse. Segundo a Bíblia, o consolo dos pobres que levam uma vida terrena dura e de privações seria obter os “tesouros espirituais” quando morresse. [...]”
Não precisa de muito argumento para condenar as palavras do próprio ex-presidente. Ele por si já se condenou. Mas vejo nesse episódio uma tendência natural em todo o mundo, inclusive de alguns evangélicos, de mudar as verdades do livro sagrado a seu próprio favor, por vontade de aliviar a culpa de pecados, ou como no caso do ex-presidente, para satisfazer sua própria vaidade.

Cristãos verdadeiros, não abram mão do livro sagrado. Ele é a verdade, e só a verdade deste livro pode libertar a alma.

12 de jul. de 2011

O que existe de especial no domingo?



Olá, pessoal!

A maioria de férias hein! É aquele tempo em que resolvemos dar uma organizada na vida pra começar o segundo semestre com toda energia bem distribuída. Muito bom!

Para muitos, as férias é motivo de um tempo de sobra pra ler um bom livro, o que muito nos alegra, pois é aqui que entramos com a nossa contribuição indicando bons livros para compor sua cabeceira.

Domingo, aqui na igreja que faço parte em Brasília, o pastor discorreu uma breve reflexão sobre o 4º mandamento da Lei de Deus e eu fiquei pensando... Deus é tão perfeito em seus desígnios e sabia tanto que os homens tentariam distorcer este mandamento, que ele o começou de forma diferente dos demais, ele disse: “Lembra-te”. Isto é, devemos constantemente nos lembrar que há um dia especial para a adoração a Deus. Não que os outros não sejam, mas Ele preza pelo ajuntamento solene de forma especial, por isso nos deixou mandamento explícito e recomendou que não nos esquecêssemos dele.

Em meados de 2008, trocando figurinhas com o Nick (grande colaborador do nosso blog), ele me escreveu a seguinte frase: “Creio que há uma razão pela qual o decálogo foi escrito em pedra e o resto da Lei em papel". Eu também creio assim, o que me leva a indicar a você a leitura do livreto “O que existe de especial no domingo?”, de Brian Edwards.

O livreto é pequenininho, pouquíssimas páginas. Eu li num pedacinho de tarde de um Dia do Senhor (domingo). Possui gênero textual em formato de entrevista e levanta as principais discussões que surgem em torno do assunto. Vale a pena lê-lo, tanto para reforçar suas convicções (contra ou a favor) quanto para aguçar seus argumentos.

Então, boa leitura e boas férias!
Adquira aqui.

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