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12 de ago. de 2013

A Poderosa Fraqueza de John Knox – Douglas Bond

Que eu sou apaixonada por biografias, todo mundo sabe. Mas eu havia dado uma paradinha nesse gênero, para aprender coisas novas. Nunca resisto... na FIEL Jovens 2013, cheguei na livraria pensando: “vou procurar biografias”. E a do John Knox tava na lista.

Meu pai sempre citou John Knox e sempre ressaltou justamente o ponto que o autor focou no livro: ele era um homem que na sua fraqueza era forte. Tal como Paulo que disse: “...quando sou fraco, então, é que sou forte.” (1 Coríntios 12.10).

Creio que é seguindo exemplos de vida humilde e desprovida de glórias humanas que mais nos parecemos com Cristo e, sem dúvidas, a vida simples e despretensiosa de Knox deve ser levada em altíssima conta, se queremos nos parecer cada vez mais com Cristo em nosso jeito de ser.


Um presbiteriano notável, que deixou um legado a todos os cristãos que anseiam viver à sombra da Cruz de Cristo. Não deixe de conhecê-lo e imitá-lo, pois ele foi um exímio imitador de Cristo.

Adquira na Livraria Fiel


5 de set. de 2012

As firmes resoluções de Jonathan Edwards

Olá, querido (a) leitor (a),

Jonathan Edwards, um pastor e teólogo puritano da América Colonial do século XVIII, é geralmente lembrado por suas obras teológicas, seu apoio ao Grande Avivamento e seu sermão Pecadores nas Mãos de um Deus Irado, baseado em Deuteronômio 32.35b. Entretanto, como mostra Steven J. Lawson, a principal característica de Edwards era um coração voltado para a glória de Deus acima de todas as coisas.

Essa ardente busca pela piedade foi guiada por setenta resoluções que Edwards registrou quando jovem, enquanto pastoreava a Primeira Igreja Presbiteriana em Nova Iorque. Nessas resoluções Edwards expressou uma firme determinação pela santidade, confiando sinceramente na graça divina.

Em As firmes resoluções de Jonathan Edwards o autor habilmente o leva a Edwards, um modelo na busca por santidade, humildade, amor e pela rejeição ao pecado. Ele exorta os cristãos contemporâneos a fazerem o mesmo, vivendo para a glória de Deus.

"Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus" 1 Coríntios 10:31

Qual é o fim principal do homem?

O fim principal do homem é glorificar a Deus, e gozá-lo para sempre. Referências: Rm 11.36; 1Co 10.31; Sl 73.25-26; Is 43.7; Rm 14.7-8; Ef 1.5-6; Is 60.21; 61.3.

Onde comprar? Loja virtual da editora Fiel

24 de mai. de 2012

Uma história ilustrada do cristianismo - Vol. 3 - A era das trevas


No meu curso superior (História), naturalmente, tive alguns choques com minhas convicções de fé. Principalmente, quando se tratava da disciplina de Filosofia. Particularmente eu gostava muito, mas tinha que me virar entre pensadores que atacavam as verdades bíblicas. Entretanto, isso não era um problema que abalava a minha fé, pelo contrário, isso me ajudou a aperfeiçoá-la. Porque tive que sair da minha zona de conforto de questões simples, para entendê-la frente a esses novos questionamentos.

Mas, uma coisa me mudou. No que diz respeito à história da igreja, percebi que os cristãos no geral, acreditam naquilo que eles desejariam que fosse verdade. Principalmente para valorizar suas origens. Lembro-me de certa vez que me passei por vilão, quando falava da história dos Batistas. Não era nada relacionado à doutrina, era sobre cronologia, mas levei uma bronca anacrônica.

Tempos depois, vi este livro de Justo Gonzalez. Comprei para ver qual era a linha de trabalho da pesquisa dele e me surpreendi. O autor não é passional, não seleciona assuntos, censurando outros.

Neste volume, ele trata dos embates teológicos, da vida espiritual, das relações sociais e políticas da igreja e de seus personagens principais, na “Era das Trevas” (350 – 1050 dc). É uma época em que se confunde o poder político com a igreja, os excessos de alguns papas e a vida exemplar de alguns homens de Deus, tais como Agostinho e Gregório. Alias, este último nutria um desejo ardente por missões que deveríamos copiar:

 “De que país são estes jovens? – Perguntou Gregório (acerca de alguns jovens sendo vendidos como escravos no mercado de Roma)
- São anglos – responderam-lhe
- São mesmo anglos, pois têm rostos de anjos. Onde é o país dos anglos?
- Em Deiri.
- São mesmo de ira, pois foram chamados da ira para a misericórdia de Deus. Como se chama o rei deles?
- Aela.
- Aleluia! Farei com que neste país seja louvado o nome de Deus.” (página 29)

Viaje nesta leitura da história da igreja, com imagens da arte da época e com muitas ilustrações em forma de diálogo que Justo utiliza.

Eu ainda preciso completar minha coleção, porque são 10 volumes. Mas pra você que acabou de conhecer, a novidade é que, a editora Vida Nova possui os 10 volumes em um único Box, que sairá com preço melhor.

20 de mai. de 2011

ESTUDOS DO CRISTIANISMO NÃO-PAULINO - Pedro, Estevão, Tiago e João

Este é um livro que, antes de lê-lo, não imaginava sendo interessante para o público geral. Quando um dia, surpreendi-me com uma pessoa, enquanto lia na estação. Ela se aproximou, espiou o título do livro e disse: “Eu não acredito que esse livro existe! Era disso que precisava!”. Imediatamente tomou nota do título e da editora.

Quando terminei de ler, percebi sua grande utilidade para qualquer cristão que ama a palavra de Deus.

Pelo título, você já deve ter percebido que se trata daqueles ótimos estudos das entrelinhas de um ou outro versículo. Mas antes de falar dele, quero fazer uma ressalva: existem muitas publicações, nos nossos tempos, que querem preencher “os espaços deixados pela bíblia”. Ninguém há que tenha alcançado a fé, se não entende que a bíblia é completa, suficiente para o cristão, não necessita de revelação complementar.

Não é este o intuito de Bruce. O que Bruce nos traz é uma organização da história e da geografia, para que entendamos melhor os tempos da igreja primitiva.

Acompanhe este raciocínio. O nome do livro é comumente usado como “Atos dos Apóstolos”. Mas veja que, o livro conta alguns atos, de alguns dos apóstolos, até o capítulo 12. Depois disso, Lucas se dedica a história de Paulo. O que acontece com Pedro, João, Tiago?  E Tiago, irmão do Nosso Senhor? Porque ele se tornou uma das figuras principais em Jerusalém, mesmo não sendo apóstolo? Quando Paulo volta para Jerusalém, no Concílio, é Tiago que é tido por líder.

Desde os evangelhos, Pedro sempre foi uma espécie de “líder dos apóstolos”. Era muito respeitado em Jerusalém, fez um discurso importante no Concílio (Atos 15), depois disso há um lapso temporal, na mente da maioria dos cristãos. O que se sabe, por fim, é que ele se tornou Bispo de Roma. Mas, há muito mais história neste lapso.

Contar a história apenas, não é o que Bruce faz. Ele organizou a história, e também o pensamento da época de alguns grupos. De forma que, quando entrar no assunto do Concílio de Jerusalém, você terá uma mente muito mais esclarecida, acerca do debate.

Estas “curiosidades edificantes” e outras que, envolve a vida do apóstolo João, Estevão, Barnabé, Apolo, você encontrará neste admirável livro de F. F. Bruce.

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