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1 de ago. de 2013

Quando o dia nasceu – Piet Prins

Porque Julho combina com férias, a maioria das pessoas que ficam nesta condição aproveitam para atualizar a leitura daquela pilha de livros que exige mais atenção, mais reflexão. Os livros ‘fáceis’ ficam pro dia a dia, pro desestresse. Mas nessas férias eu fiz o caminho inverso... optei por ler algo mais ligth mesmo. E o livro escolhido foi “Quando o Dia Nasceu”, de Piet Prins, que foi escrito para adolescentes ou para quem, como eu, aprecia leituras infanto-juvenis como cano de escape para dias conturbados.

Eu disse dias?! Devia ter dito DIA... porque esse eu li em UM DIA. Dá pra se ter uma ideia do prazer que é lê-lo? Aquele livro que prende sua atenção e você não consegue simplesmente fechá-lo, tem logo de fazer a leitura do próximo capítulo, e do próximo, e só mais um... até que... ops, você resolve ler todo de uma vez. Rsrs!

Ele fala a narrativa da vida de Martin, um puritano que foge da perseguição aos reformados da Holanda para reencontrar seus pais, também fugitivos. Martin passa por mil e uma aventuras e apuros junto com adultos que se empenharam por ajudá-lo. É uma leitura que não só entretém, mas também encoraja os nossos corações a estarmos dispostos a sofrer todas as dores passageiras deste mundo para que desfrutemos da vida eterna.

É recomendado para todas as idades. É um excelente presente para aquela criança ou adolescente que ama ler, mas tem poucas opções de livros cristãos ao seu redor. E para aqueles que, como eu, gostam de espairecer a cabeça com livros encantadores.

Ah... julho acabou?! Não fica triste, dá um bônus de férias ao seu cérebro. Enquanto você se readapta à rotina, ele vai sentindo um pouco o gostinho de ‘quero logo as próximas férias’!! Boa leitura!!

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24 de fev. de 2011

A Prática da Piedade

Escrito por Lewis Bayly, A Prática da Piedade é um dos manuais de devoção mais populares do século XVII. A Prática da Piedade apareceu em diversas línguas européias, incluindo holandês (1620), francês (1625), alemão (1629) e polonês (1647). Os puritanos da Nova Inglaterra o traduziram até para a língua indígena falada em Massachusetts (1665).

O clássico de Bayly trata de obstáculos à piedade. Ele nos dá sábio conselho sobre as disciplinas espirituais da oração, da leitura das Escrituras, da meditação, do cântico de salmos, da guarda do Shabbath (dia do Senhor), da celebração da ceia do Senhor, e do andar diário com Deus.

Em A Prática da Piedade, compreendi que os santos devem ter disciplina de vida, costumes puros de mente e coração que se manifestam na vida cristã sadia. Temos de confessar que a nossa cultura evangélica não tem hábitos e costumes cristãos e sim mundanos. A comunidade protestante não sabe o que é hábito de fazer culto doméstico com regularidade, não sabe o que é ter hábito de guardar o dia do Senhor (shabbath), hábito de orar e ler a Palavra regularmente, hábito de memorizar as Escrituras, hábito de se vestir como um cristão, de falar como um cristão, de ser disciplinado naquilo que vê (TV, cinema, internet). A ser puro no namoro, hábito de dizer “não” quando é tentado, a dizer “sim”, hábito de chegar casto ao casamento. O evangelho nos ensina a viver de maneira saudável e pura neste presente século. Enfim, que seja uma boa leitura para você, tanto quanto foi para mim!

Onde adquirir: Loja virtual Editora Erdos, Loja virtual Editora PES

17 de fev. de 2011

Santos no Mundo - Leland Ryken

Olá, nobres leitores (as)!

Sabem aquelas fotos que estão guardadinhas num lugar especial e que nos fazem relembrar de pessoas que já se foram, que amávamos? Às vezes pegamos essas fotos na intenção de falar um pouco dessas pessoas aos que não tiveram a honra de conhecê-las...

O livro “Santos no Mundo - os puritanos como realmente eram.”, de Leland Ryken, publicado pela Ed. Fiel, tem exatamente esse ‘sentimento’ para mim. É nele que consta como eram, como viviam e o que pensavam os meus irmãos na fé que viveram antes de mim.

Sua leitura é dividida por áreas da vida que vão desde o mais íntimo (como sexo e casamento) até o mais externo (como trabalho, vida social...). A linguagem é clara e prazerosa, além de conter muitas citações e opiniões do autor.

E o melhor de tudo, ele não fala apenas as virtudes, pelo contrário, os erros cometidos pelos puritanos também são mencionados, afinal, é importante que não os repitamos.

Por que ler “Santos no Mundo”? Porque conta um pouco da história do povo de Deus. Porque desmascara as concepções errôneas sobre os Reformadores. Porque quando conhecemos a história de homens que honravam a Deus com suas vidas, o testemunho que deixaram ressoam como as palavras de Paulo aos Coríntios: “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (1 Co 11.1).

Boa leitura para você!
Publicação de Anna Barros

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