9 de jan. de 2013

O que estão ensinando aos nossos filhos? - Solano Portela


O tema é urgente para os professores, coordenadores, diretores, enfim, qualquer um que lide com educação neste país e professe a fé cristã. E, embora o livro use alguns termos técnicos da Pedagogia, seria ideal que os pais também se interessassem por este título. Nada que uma pesquisa no google não esclareça com nível suficiente alguns conceitos que você talvez não conheça.

Os números alarmantes das mais diversas formas de avaliação no país, não é apenas causa social/econômica. Não é apenas uma questão de investimentos público. É claro que isto também conta, mas no caule do tronco há um problema central que este livro tratará com profundidade. Problema responsável diretamente por números como este:

• 61% dos alunos do 5º ano não conseguem interpretar textos simples. 60% dos alunos do 9º ano não interpretam textos dissertativos.
• 65% dos alunos do 5º ano não dominam o cálculo, 60% dos alunos do 9º ano não sabem realizar cálculos de porcentagem.

Solano Portela faz uma abordagem dos resultados do Construtivismo na educação brasileira. Esta teoria pedagógica é largamente utilizada no sistema de ensino brasileiro de escolas públicas e privadas. É também inquestionável nas faculdades de pedagogia, pregado como se fosse modelo único e ideal, causando um verdadeiro paradoxo entre a teoria da faculdade e a realidade na sala de aula.

Entre seus males, o construtivismo tem desassociado as disciplinas uma das outras, principalmente da filosofia. Qual é o grande mal de adquirir conhecimento sem vínculo com a filosofia? Nossa filosofia, baseada na cosmovisão cristã entra em choque com a ciência, e causa uma verdadeira confusão no entendimento da criança. Deus está ausente em tudo o que ela aprende sobre física, biologia história. Logo o Deus está na igreja, mas não rege o mundo que ela conhece na escola.

Solano chama a atenção para o modo como nos comportamos quanto a isso. No geral, os cristãos fazem naturalmente essa divisão: Escola x Igreja. Ocorre que não deveriam ser agentes de disputa. O que falta mesmo é esta cosmovisão cristã permeando as disciplinas nas escolas. E, quanto à igreja, não ser passiva quanto a métodos, como o construtivismo, que tem sido base inclusive de escolas tidas por cristãs. Afinal, para ser uma “Escola Cristã” não basta ter aula de religião, não basta ter um versículo bíblico na lousa ou fazer uma oração para iniciar a aula. A proposta de Solano é uma pedagogia redentiva. Uma revolução no ensino? Nenhum esforço que não valha a pena pela boa educação dos nossos filhos, por uma ciência saudável sem conflito com o Criador de todas as coisas.

Adquira seu exemplar: Editora FIEL

30 de nov. de 2012

"50 tons de cinza" ou "Único tom negro da alma"?

Esta semana tive que utilizar o serviço do Metrô de São Paulo, e não pude deixar de notar uma anomalia. Muitas mulheres/moças com um livro durante a viagem. Desci do metrô e era a mesma coisa na calçada, no restaurante, no elevador. O livro em questão é este que já vendeu mais de 65 milhões no mundo, “50 tons de cinza”.

Já sabia que o livro não era boa coisa, mas a princípio pensei: “Pelo menos o brasileiro está lendo mais”. Mas a cada dia da semana via mais e mais livros, fui numa loja muito simpática da Paulista, a FNAC e tinha uma pilha desses.

Fiquei curioso para saber o porquê do sucesso. Li algumas críticas pela internet. Bem... se explicou fácil, e me arrependi de ter pensando que era lucro ver o povo lendo.

A humanidade tem se especializado em destruir os princípios cristãos. Isso é algo muito obvio, e não surpreende ninguém, mas o que tem me surpreendido é que caminha para destruir a razão e a arte. A razão porque trata de verdadeiro ou falso, e as pessoas tem aversão à verdade. A arte porque o conceito do belo foi substituído por qualquer coisa que transgrida o conceito original. Participei um dia da Bienal de artes, e nada daquilo fazia sentido pra mim. Achei-me muito ignorante a princípio, mas na verdade, essa é a ideia de arte hoje, não fazer sentido.

Um livro é uma arte também. O sentido das palavras forma um mundo de ideias. E se ao ler eu entro no mundo do escritor, que mundo é o mundo de E. L. James (escritora de “50 tons de cinza”)? Um livro transforma uma pessoa, para bem e para mal também.

Um romance é uma arte, porque existe beleza no romance, mas a obra de James não é um romance, não é baseado na beleza, antes na transgressão aos bons costumes e os princípios cristãos, e infelizmente, tem infestado a mente de muitas mulheres.

É tempo de meditar: “Não porei coisa má diante dos meus olhos. Odeio a obra daqueles que se desviam; não se me pegará a mim.” - Salmos 101:3

21 de nov. de 2012

Por que acreditar na Bíblia? - Dr. John Blanchard

Primeiramente, quanta saudade de postar aqui, já faz um tempo que os leitores do Baluarte Literário não acompanham uma das minhas histórias sobre livros. Pois bem, hoje não tenho histórias. Rrsr! Mas mesmo assim, creio que valha indicar uma leitura edificante.
O livro que compartilho hoje foi uma agradável surpresa para mim. Há meses eu lia livros que não me acrescentavam muita coisa, até que, por indicação de um pastor querido, li Por que acreditar na Bíblia? É um livretinho, tem 54 páginas escritas com letra grande. Desses textos que você começa e só levanta quando termina.
O propósito desse livreto é observar os principais argumentos usados para não dar credibilidade à Bíblia, respondendo-os no mesmo nível de conversa e à luz das Escrituras. Tudo começa com uma reflexão acerca da disparidade “livro mais vendido do mundo” versus “livro que mais causa polêmica, perseguição e morte”.
Ao longo da leitura, entramos em várias instâncias de argumentação, e apesar de ter uma parte dedicada aos campos da Ciência e da História, por exemplo, é um texto simples e de fácil entendimento. Eu gosto de livros democráticos.
Por que acreditar na Bíblia? fornece subsídios a um diálogo que permita fazer o cético perceber que a Escritura é tanta ou mais digna de credibilidade que outros livros nunca questionados. No decorrer do texto, também traz informações e curiosidades que certamente serão interessantes ao leitor. O livro possui tópicos que se sucedem de uma forma natural e com complementaridade.
É importante notar que o autor não teve a intenção de assemelhar a Bíblia a qualquer outra literatura secular (histórico, científico etc), afinal ela é uma coletânea de livros divinos e deve, acima de tudo, ser entendida através do Espírito Santo e por fé. Inclusive, as últimas páginas trazem uma explicação clara e sucinta do plano da salvação. É a crença nesse plano soberano que nos enche de convicção para crermos na veracidade da Bíblia.
Creio que a grande vitória deste livro não é fazer com que céticos acreditem na Palavra de Deus, mas calar o seu descarte por motivos supérfluos, arrogância, ignorância ou preconceito. Você pode até não acreditar nela, mas que seja por uma razão religiosa, de fé, e não por credibilidade.
Você o encontra na loja da Editora Fiel, ou pode baixar gratuitamente no link: 
http://www.editorafiel.com.br/downloads/dow.php?id=ju5oxborms2q5as

Fiquem com Deus!

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...